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Coluna Magnavita | Agrados ao TCE evitará rejeição das contas da gestão Couto

Coluna Magnavita | Agrados ao TCE evitará rejeição das contas da gestão Couto
Ricardo Couto Crédito: Ernesto Carriço/Gov

Para que o teto não desabe na cabeça do atual ocupante do Guanabara, é necessária uma boa vontade do Tribunal de Contas do Estado. Os carinhos estão sendo feitos pelo atual governo: a atual Secretária de Estado da Mulher e de Políticas Inclusivas do Rio de Janeiro, Bianca Mara Cruz Pacheco (conhecida como Bia Pacheco), assumiu o cargo no governo Couto.

Por ironia do destino, Bia Pacheco será a primeira a perder o cargo. A vice de Douglas Ruas, Fernanda Louback, foi o primeiro nome confirmado para o futuro secretariado. Ela comandará exatamente a Secretaria de Estado da Inclusão e da Mulher, com a missão de articular ações de defesa dos direitos das mulheres e das pessoas com deficiência em todas as áreas do governo.

Mas os acenos de Couto ao TCE não param. Circulava nesta volta do feriado, nos corredores do Guanabara, a notícia de que o deputado estadual Fred Pacheco (irmão de Bia), que não se reelegeu pelo PL, deverá ser indicado para a vaga que está aberta na Agenersa.

Vale lembrar que o atual chefe da Casa Civil, Flávio Willeman, é casado com a conselheira Marianna Montebello Willeman. O TCE pode criar uma excepcionalidade, como fez na pandemia, e aceitar o não cumprimento dos mínimos constitucionais.