Um ministro do STJ refletindo sobre a situação sucessória do Rio: "Como um magistrado fica confortável quando, na reta final do seu mandato como presidente do Tribunal e com a magistratura brasileira passando a sua maior crise de remuneração, com o fim abrupto de direitos adquiridos, resolve ficar na chefia do poder executivo, contrariando a constituição do seu estado?"
E finaliza: "o grande paradoxo é que o mesmo ministro do STF que prolonga a sua premência no executivo é o mesmo que traumatizou todo o judiciário nacional com a redução abrupta da remuneração".