Enquanto o estado do Amazonas realiza eleição indireta, elege e empossa o seu novo governador, no Rio, o desembargador Ricardo Couto de Castro continua sentado na cadeira da chefia do Executivo estadual e fazendo planos para permanecer por um longo período. Até agora, ele tem tomado atitudes que vão muito além de uma interinidade forçada. Aliás, um ministro do STF, que esteve com Couto várias vezes, criou o termo "interinidade desejada". Ele confidenciou que, na primeira reunião, Couto desejava sair logo. Já na segunda visita, o quadro mudou; demonstrou querer ficar por um longo período.
Por: Cláudio Magnavita
Coluna Magnavita | Couto, da interinidade forçada à interinidade desejada