O ex-procurador-geral do estado do Rio, Renan Miguel Saad, deixa a PGE de cabeça erguida. Por dois anos a Procuradoria bateu todos os recordes de recuperação da dívida ativa do estado. Ele tem um santo forte, deixou o abacaxi do julgamento do royalties do Petróleo para o seu sucessor Bruno Dubeux. O comentário na Procuradoria é que a transição só ocorreria depois do dia 06. Ele chegou a arrumar a sua mesa no gabinete quando foi tranquilizado pelo desembargador Ricardo Couto que pediu para continuar. O tic-tac do julgamento não está nas mãos e nem no seu colo. Aliás, se o Rio perder essa disputa, a intervenção judicial do STF no estado estará desmoralizada.
Por: Cláudio Magnavita
Coluna Magnavita | Missão cumprida com louvor