Um dos motivos mais graves que acelera o processo eleitoral do Tribunal de Justiça do Rio é a situação grave da saúde financeira pessoal de vários juízes e desembargadores.
É neste momento delicado que surge dentro do Judiciário fluminense um questionamento sobre a enorme energia e desgaste de recair sobre o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro o ônus de assumir as funções de Governança do Estado, delegados pelos mesmos ministros do STF, que aplicaram um duplo golpe na magistratura nacional.
Outro aspecto preocupante é o conflito político que o Tribunal de Justiça do Rio acaba tendo com o poder Legislativo, não apenas o estadual, mas o federal. O próprio STF jogou para o Legislativo a solução da magistratura. O que ganha o Judiciário com este conflito aberto com a política, que exige um arrepio constitucional para se manter em pé?