O funcionalismo do estado do Rio de Janeiro vem pagando há anos as diferentes crises que abalam as Finanças do estado. Surgiu uma luz no final do túnel, a sensibilidade do governador interino Ricardo Couto sobre o achatamento salarial do poder Executivo. Não se deve falar em aumento, mas de reposição inflacionária que levou o Executivo estadual ter um dos piores salários do Brasil.
Categorias como educação, segurança, saúde e outras funções de carreira precisam da reposição salarial urgente. O fato do governador interino compreender que é justo esta correção inflacionária permite que as categorias recebam o que lhe é devido. É uma questão de justiça.
Se esta reposição não ocorrer agora, com um gestor que não tem interesse eleitoral, não acontecerá nos anos vindouros. Couto tem a chance de fazer justiça na prática e corrigir uma grave distorção que é imposta há anos um ônus pessoal a cada servidor. Vai fazer história. Está na hora de desengavetar os pleitos que estão sendo ignorados por gestões anteriores e acabar com esta tortura imposta aos funcionários estaduais fluminenses.