Por: Cláudio Magnavita

Coluna Magnavita | Erro de Cármen reflete na Alerj

Ministra Cármen Lúcia durante o julgamento no TSE | Foto: Luiz Roberto/TSE

Não pedindo a comunicação imediata da perda do mandato, como é praxe na corte, Cármen Lúcia acaba refletindo o seu erro na sucessão estadual. A Alerj terá por mais uns dias - até a publicação - um presidente preso em um limbo jurídico, ou seja, cassado mais ainda no cargo. Em um jogo político no qual a definição de prazos gera polêmica e embates jurídicos, adiar a eleição da mesa é adiar quem será o governador interino do Rio. É algo muito sério para ser atropelado por um erro tão primário.