O delegado Fabrízio Romano, preso na Operação Anomalia, não tinha apenas livre trânsito com estrelas da direita. Ele estava no meio de uma briga de dois titãs do PT fluminense, com a suspeita de estar levantando informações delicadas sobre uma das partes.
Por: Cláudio Magnavita
Coluna Magnavita | Anomalia atômica