O PT tem uma estranha atração por empresas que atuam na venda produtos ligados à cannabis. O "Careca" do INSS, Camilo Antunes, tem uma empresa especializada em cannabis e tentou vender canabidiol ao Ministério da Saúde na gestão do ministro Alexandre Padilha.
Na Bahia, o escândalo envolvendo as compras fraudulentas de respiradores do consórcio dos governadores do Nordeste (CONSÓRCIO NORDESTE) na pandemia, foram feitas com uma empresa especializada em produtos da cannabis.
O então chefe da Casa Civil do Governo da Bahia, Bruno Dauster, pilotou a compra e o seu nome consta na delação premiada da empresária Cristiana Prestes Taddeo, dona da empresa de medicamentos Hempcare Pharma, que recebeu R$ 48 milhões de reais do Consórcio antes mesmo de emitir a nota fiscal. Dauster era o braço direito do ministro Rui Costa, que, por ironia do destino, é também Chefe da Casa Civil, só que do Governo Federal. Além de Governador da Bahia, era o presidente do Consórcio dos governadores, todos da esquerda, que realizou a compra coletiva.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) encaminhou, no dia 16 de setembro de 2025, ao Ministério Público Federal, toda a documentação de informações com o passo a passo das compras dos 300 respiradores fantasmas.
O Ministério Público Federal, sob o comando do procurador-geral Paulo Gonet, continua apurando, porém, com uma morosidade raramente vista no MPF.
É uma coincidência curiosa que as empresas ligadas ao comércio de Cannabis estejam em escândalos tão próximos às negociatas do PT. Parece até sina. Os negócios do "Careca" do INSS, Camilo Antunes, ainda darão muito que falar em um ano eleitoral.