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Argumentos da defesa rejeitados

A dupla cidadania da ex-deputada também foi analisada e, mais uma vez, não foi considerada um impedimento à extradição. A decisão se baseia em um tratado firmado entre Brasil e Itália nos anos 1990, que permite a extradição desde que sejam garantidos os direitos de defesa e não haja risco de violação de direitos fundamentais. A corte voltou a rejeitar os argumentos da defesa, que alegava perseguição política e questionava a imparcialidade do STF.