Advogado criminalista e professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio, Breno Melaragno Costa afirma: mesmo que sejam autênticas, mensagens entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes não caracterizariam cometimento de crime.
Segundo ele, a infração só existiria caso o integrante do Supremo Tribunal Federal tivesse tomado alguma decisão relacionada ao ex-banqueiro que possa ser caracterizada como parcial.
Essa eventual parcialidade poderia até ser indicada na análise do conteúdo de outras mensagens que teriam sido trocadas com o ex-dono do Master, que voltou a ser preso na semana passada.