A defesa voltou a pedir ao Supremo a concessão de prisão domiciliar para o ex-presidente Bolsonaro, por motivos de saúde, diante de enfermidades sofridas pelo político de 70 anos, incluindo as consequências de uma queda recente. Bolsonaro foi condenado em setembro pela Primeira Turma a 27 anos e três meses de prisão por liderar uma tentativa de golpe de estado. Desde então, os advogados tentaram diversas vezes convencer Moraes, relator do caso, a conceder prisão domiciliar humanitária para ao ex-presidente, todas sem sucesso. No pedido mais recente, a defesa cita "riscos clínicos concretos e reiteradamente advertidos pela equipe médica". Tais riscos deixaram de ser projeções e se tornaram "realidade objetiva", escreveram os advogados.