O apagão recente no aplicativo do Jaé - sistema de bilhetagem digital para pagamento de passagens em ônibus municipais, BRT, VLT, vans e "cabritinhos" - ligou um sinal de alerta na administração do prefeito Eduardo Cavaliere. Fora os transtornos causados a milhões de passageiros, as falhas operacionais registradas desde a semana passada têm levantado dúvidas sobre a sustentabilidade financeira do Consórcio Bilhete Digital (CBD), que é a empresa responsável por esse sistema de bilhetagem criado sob encomenda da Prefeitura do Rio.
Uma conta de milhões
Vale lembrar que o Consórcio Bilhete Digital já solicitou oficialmente ao governo municipal um pedido de aporte adicional de R$ 100 milhões, com o objetivo de garantir o equilíbrio econômico-financeiro da operação. O problema adicional, na opinião de gente graúda e bem informada sobre o assunto, é que o CBD ainda não teria quitado a segunda parcela da outorga do contrato de licitação. Ou seja, mais de R$ 50 milhões devidos à Prefeitura do Rio. A pergunta é: será que essa conta milionária vai cair no colo da população carioca? É esperar pra ver...
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