"Quando uma denúncia chega até nós, ela não pode virar apenas estatística ou discurso. Havia indícios claros de violação de direitos, e o que se confirmou foi uma situação de risco real. Crianças estavam expostas, sem supervisão, sendo usadas para vender produtos e circular em ambientes que não oferecem proteção", afirmou Leniel Borel, presidente da Comissão de Combate à Violência Infantil. Outras três crianças foram identificadas e entregues aos próprios pais, que foram orientados pela Polícia e encaminhados para a rede socioassistencial de Nova Iguaçu.