Região de Campinas

RPT deve movimentar R$ 55 bilhões em 2026

RPT deve movimentar R$ 55 bilhões em 2026

O Índice de Projeção de Consumo (IPC Maps) indica que as cidades da Região do Polo Têxtil (RPT) devem registrar uma movimentação financeira de R$ 55,1 bilhões em produtos e serviços no decorrer de 2026. A pesquisa de âmbito nacional afere o potencial de compras com base em indicadores econômicos, rendimentos, composição demográfica e rotinas familiares.

Os municípios de Americana, Sumaré, Hortolândia, Santa Bárbara d'Oeste e Nova Odessa reúnem mais de 1 milhão de moradores e apresentaram avanço de 8,3% no potencial de consumo em comparação a 2025, ano em que o total regional somou R$ 50,9 bilhões. A evolução representa um acréscimo nominal de R$ 4,2 bilhões.

Principais segmentos

A habitação desponta como o principal setor de consumo na RPT, com expectativa de movimentar R$ 15,3 bilhões. A categoria contabiliza desembolsos com aluguel, energia elétrica, abastecimento de água, manutenção de residências e infraestrutura doméstica.

O segmento focado em transporte por veículo próprio aparece em seguida, abrangendo investimentos em combustíveis, compra de carros, manutenções e outras despesas associadas ao deslocamento individual. A estimativa aponta um gasto de R$ 6,09 bilhões nessa modalidade de consumo regional até o término de dezembro.

Cidades

No topo do mercado consumidor local, Americana atingiu a marca de R$ 15,69 bilhões na projeção atual, o que significa um aumento de 6,4% frente aos R$ 14,74 bilhões de 2025. Sumaré ocupa a segunda posição, com capacidade calculada em R$ 14,09 bilhões, demonstrando elevação de 5,1% sobre os R$ 13,40 bilhões do período anterior.

Hortolândia obteve potencial de R$ 11,90 bilhões, subindo 10% em relação aos R$ 10,82 bilhões passados. Santa Bárbara d'Oeste cresceu 11,8%, alterando seu índice de R$ 8,79 bilhões para R$ 9,83 bilhões. Por fim, a maior variação percentual coube a Nova Odessa, que passou de R$ 3,17 bilhões para R$ 3,66 bilhões, expansão equivalente a 15,5%.