A edição de 2026 do Araraquara Rock entrou na mira de vereadores de Araraquara, que protocolaram requerimento pedindo explicações à Prefeitura sobre a captação e o uso de recursos no festival. O grupo quer saber quanto foi arrecadado, se houve participação da iniciativa privada, quais empresas apoiaram e como os valores foram aplicados. Também solicita a discriminação de despesas, fornecedores e beneficiários, além de questionar eventual intermediação de pessoas físicas na gestão dos recursos. Outro ponto é o papel da Fundart na captação, com base na legislação municipal vigente. Por fim, pedem esclarecimentos sobre apoios citados e sobre a curadoria, incluindo responsáveis, critérios de escolha e valores pagos, com o objetivo de garantir transparência e a correta aplicação dos recursos.
Passarela dos Lopes
Após décadas de reivindicação, a construção da passarela no Bairro dos Lopes, em Limeira, finalmente começou. A obra foi confirmada por vereadores da Comissão de Obras durante fiscalização no local. Considerada pauta histórica, a demanda surgiu há cerca de 38 anos. Moradores comemoram o início da construção, que deve garantir mais segurança na travessia.
Vazamento de esgoto
Os vereadores Prof. Leandro Amicci e Valmir Giacomazzi pedem estudo para ampliar o atendimento a vazamentos de água e esgoto em Tietê. A proposta solicita análise sobre reforço do SAMAE, diante de queixas de demora. O objetivo é reduzir prazos, evitar desperdícios e melhorar a eficiência dos serviços.
Projetos de inclusão
Projetos voltados a eventos e inclusão marcaram sessão da Câmara de Sorocaba. Entre os destaques, proposta aprovada reserva 1% dos ingressos de eventos realizados ou apoiados pelo município para inscritos no CadÚnico. Também avançaram matérias sobre sanitários para pessoas ostomizadas, segurança nas escolas e conscientização cidadã.
Justiça garante água e luz a vítima de violência
A Defensoria Pública garantiu a manutenção de água e energia para uma mulher vítima de violência doméstica e sua filha em Piracicaba. A Justiça determinou que as concessionárias não interrompam os serviços e façam a transferência da titularidade das contas, após tentativa do ex-companheiro de solicitar o corte. A decisão integra medidas protetivas e assegura condições dignas de moradia, reconhecendo também a violência patrimonial. A medida reforça a efetividade da Lei Maria da Penha.