Correio da Manhã
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Norte concentra maiores volumes de chuva, prevê INMET

Boletim aponta acumulados acima de 100 mm em áreas da Amazônia

Norte concentra maiores volumes de chuva,
prevê INMET
Nuvem de chuva sobre trecho de floresta no estado do Amazonas Crédito: Rogerio Assis

A Região Norte deve concentrar os maiores acumulados de chuva do Brasil até o dia 13 de julho, segundo previsão divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Os maiores volumes são esperados para o noroeste do Amazonas, Roraima e o noroeste do Pará, onde os índices podem ultrapassar 100 mm ao longo da semana. No litoral paraense, no Amapá e na região central do Amazonas, a estimativa é de até 40 mm de precipitação.

Por regiões

Em contraste, o tempo deve permanecer estável em Rondônia, Tocantins e no oeste do Acre, sem previsão de chuva. No leste acreano, no sul do Amazonas e no centro do Pará, os acumulados previstos são baixos, próximos de 5 mm durante o período analisado.

Instabilidade na Amazônia

O boletim meteorológico também aponta que a distribuição das precipitações será irregular na Amazônia, com áreas próximas apresentando diferenças significativas nos volumes previstos. O cenário mantém a influência da circulação atmosférica típica desta época do ano, concentrando as instabilidades sobre a faixa mais ao norte da região.

Nas demais regiões do país, a previsão indica chuva associada à passagem de sistemas frontais principalmente no Sul, parte do Sudeste e no sul do Centro-Oeste. Rio Grande do Sul e Santa Catarina podem registrar acumulados de até 50 mm durante a semana. Em São Paulo, Rio de Janeiro e parte de Minas Gerais, a expectativa é de precipitações menores, com até 30 mm em território paulista e até 20 mm nos demais estados.

No Nordeste, a chuva deve ocorrer de forma fraca e isolada ao longo da faixa litorânea entre Bahia e Maranhão. Apenas o noroeste maranhense pode registrar acumulados de até 20 mm. Já o Centro-Oeste seguirá com predomínio de tempo seco, sem previsão de precipitações no período.

Sobre as previsões

O INMET informa que as previsões são baseadas em modelos numéricos e podem sofrer alterações conforme a evolução das condições atmosféricas. O acompanhamento dos boletins atualizados é recomendado para moradores, produtores rurais e órgãos responsáveis pelo monitoramento de eventos meteorológicos.