O Correio da Manhã recebeu denúncias sobre a falta de professores na rede pública do Distrito Federal, incluindo os Núcleos de Ensino (Nuen) das Unidades de Internação Socioeducativas do DF.
Além disso, também foram mencionadas falhas no Sistema Integrado de Gestão de Pessoas (Sigep) Khronos, utilizado para a gestão da vida funcional dos professores de contratos temporários.
Quadro de profissionais
Procurada pela reportagem, a Secretaria de Estado de Educação (SEDF) alegou que as informações não procedem. Atualmente, a rede pública do DF conta com 25.893 professores de Educação Básica efetivos.
Quanto aos Nuens das unidades de internação, a pasta informou, em nota, que há três vagas em processo de preenchimento, com a contratação de professores substitutos para cobrir afastamentos por Licença para Tratamento de Saúde (LTS) iniciados nas últimas 48 horas.
A previsão é de que essas vagas sejam preenchidas já na próxima semana.
A Secretaria comentou que, em casos pontuais, como licenças médicas, a pasta dispõe de um banco de profissionais aprovados para contratação temporária de professores substitutos, regidos por legislação específica.
De acordo com a nota enviada à reportagem, esses profissionais são convocados para a substituição dos professores efetivos durante seus afastamentos legais.
Atualmente, ainda segundo a SEDF, cerca de 15.700 professores temporários estão em regência na rede pública de ensino do DF.
Mudança de sistema
Em relação aos problemas relatados com a plataforma de gestão, a Educação esclareceu que o Sigep Khronos, anteriormente utilizado, foi descontinuado neste ano.
Em substituição, a pasta implementou o EducaDF Digital. Entretanto, a SEDF reconheceu que o programa apresentou falhas durante as duas primeiras semanas de outubro, mas informou que, atualmente, encontra-se em pleno funcionamento.
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