Investimento por aluno no Brasil é de 1/3 da média da OCDE
30 de setembro de 202603:01Redação
O país, porém, investe 4,5% do PIB em educação, superior à médiaCrédito: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
No Brasil, o gasto anual por aluno desde o ensino fundamental até o ensino superior foi de US$ 4.133 em 2023. O valor corresponde a cerca de um terço (30,39%) da média gasta pelos demais países avaliados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (US$ 13.601 por estudante). Os dados divulgados nesta terça-feira (29) fazem parte do relatório Panorama da Educação 2026 (Education at a Glance 2026), publicado pela OCDE.
O documento traça um quadro dos principais desafios de sistemas educacionais ao redor do mundo e traz dados de 50 países, incluindo o Brasil. Na comparação dos gastos anuais por estudante, o investimento brasileiro também ficou abaixo da média de alguns países da América Latina. O Chile, por exemplo, registrou o gasto anual por estudante de US$ 5.794 e a Costa Rica, US$ 7.028/aluno.
Saneamento: estudo analisa plano de candidatos
Trata Brasil analisou planos de 62 candidatos a governadorCrédito: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Levantamento feito pelo Instituto Trata Brasil com 62 principais candidatos a governos estaduais constatou que apenas 13 deles têm planos abrangentes para a área de saneamento.
A pesquisa foi feita a partir da análise dos planos de governo daqueles que tinham maior probabilidade de serem eleitos ou disputarem o segundo turno, de acordo com pesquisas de intenção de voto, divulgadas entre 22 de agosto e 4 de setembro deste ano.
Estratégia para avaliar hospitais particulares
A Estratégia Nacional de Controle e Avaliação da Qualidade da Assistência à Saúde prestada pela Iniciativa Privada é a mais nova lei brasileira para fiscalizar os serviços ofertados por hospitais e clínicas particulares.
A norma, publicada na edição desta terça-feira (29) no Diário Oficial da União, define padrões e critérios de verificação para os serviços de assistência à saúde, além da avaliação periódica desses estabelecimentos e da divulgação pública dos resultados.
Anvisa vai estabelecer parâmetros de avaliação
De acordo com a lei, caberá à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), na condição de órgão nacional de vigilância sanitária, estabelecer os parâmetros que servirão de base para as avaliações, ao observar as características de cada tipo de prestador de serviço. O texto autoriza o uso de certificações externas de qualidade, conhecidas como acreditações, como elemento para análise dos estabelecimentos de saúde.
Produção de proteses
Municípios brasileiros estão recebendo a etapa prática da qualificação em fluxo digital para a confecção de próteses dentárias no SUS. A formação prepara cirurgiãs e cirurgiões-dentistas, além de técnicas e técnicos em prótese dentária, para utilizar os equipamentos que integram a estratégia de qualificação da saúde bucal no País.
População quilombola
A construção de uma política específica para garantir atenção integral à saúde da população quilombola avançou no âmbito do SUS. A Portaria GM/MS nº 12.167 que institui a Política Nacional de Saúde Integral da População Quilombola (PNASQ) foi assinada no dia 15 de setembro de 2026, pelo ministro da saúde, Alexandre Padilha.
Observatório Nacional I
O Observatório Nacional (ON), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), publicou o regulamento e as datas do processo seletivo para ingresso nos cursos de Mestrado e Doutorado em Geofísica do Programa de Pós-Graduação em Geofísica (PPGG/ON) para o primeiro semestre de 2027.
Observatório Nacional II
A seleção é conduzida pela Comissão de Pós-Graduação em Geofísica. É possível acumular bolsas com outros proventos, conforme normativas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. O período de inscrição será entre 19 de outubro e 11 de dezembro.
Transporte aquaviário I
A fiscalização do transporte aquaviário exige o acompanhamento recorrente de estruturas, operações e áreas de grandes dimensões ou com acesso limitado. Para apoiar esse trabalho, desde 2019, os drones integram as ferramentas utilizadas pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) para reunir informações.
Transporte aquaviário II
Na Agência, o uso de Aeronaves Remotamente Pilotadas começou a ser testado em 2016, na Unidade Regional de Porto Velho, a partir de uma iniciativa do Especialista em Regulação Wescley Sousa. Com um drone de uso particular, ele propôs testar a ferramenta na fiscalização, e a experiência abriu caminho para a adoção pela ANTAQ.
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