O pedido de urgência do Vasco à Justiça do Rio de Janeiro para mandar o jogo contra o Boca Juniors no Maracanã foi indeferido. A juíza Adriana Marques dos Santos Laia Franco apontou divergências nos laudos técnicos apresentados pelas partes sobre o gramado do estádio. A controvérsia, segundo a juíza, não pode ser resolvida com uma liminar.
A Magistrada defende que a tese cruzmaltina - de que o gramado não seria afetado - não foi definitivamente negada, mas exigiria um estudo aprofundado por instituições especializadas, que batem de frente com a urgência do clube para definir a sede da partida. O documento da Polícia Militar sobre a possibilidade de mandar o jogo no Engenhão também foi pauta.
A juíza indicou que o Vasco teria limitado suas opções a São Januário e Maracanã, sendo que o Estádio Nilton Santos teria permissão do BEPE para receber o jogo. Ainda cabe recurso para a diretoria do Vasco, que precisará correr contra o tempo. A sede precisa ser definida até o dia 10 de outubro. Para a Conmebol, porém, o prazo se encerra nesta segunda (5).
Com o Maracanã embargado pela Justiça e São Januário vetado pela Conmebol, a diretoria do Vasco estuda mandar a partida contra o Boca Juniors em Manaus, na Arena da Amazônia. Porém, esse é tido como o último cenário. A prioridade da diretoria é conseguir mandar no Maracanã ou conseguir jogar em São Januário.
Menu