Bets: pedidos de autoexclusão crescem 7 vezes na Copa
24 de julho de 202600:01POR xxxxxxx
Plataforma permite bloqueio simultâneo do CPF em apostas onlineCrédito: Joedson Alves/Agência Brasil
Apesar da presença massiva de publicidade das casas de apostas online durante as transmissões da Copa do Mundo, o Brasil registrou um crescimento do número de pessoas que pediram a autoexclusão de plataformas de bets. A ferramenta de autoexclusão foi lançada pelo governo federal em dezembro de 2025 e permite ao cidadão cadastrar seu CPF para que o uso seja bloqueado simultaneamente em todos os sites.
Segundo os dados da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, nas duas primeiras semanas do torneio, o número médio de pedidos diários para ter o CPF bloqueado para apostar em bet aumentou quase sete vezes. A Plataforma Centralizada de Autoexclusão registrou, entre 15 e 28 de junho, 17.866 pedidos por dia, contra 2.594 solicitações médias diárias registradas na primeira quinzena de maio.
Ao todo, mais de um milhão pediram exclusão
Descontrole no jogo motivou 43% das inscriçõesCrédito: Reprodução
Depois de processados, os pedidos impedem que as pessoas usem os próprios CPFs para apostar nas bets legalmente autorizadas a funcionar no país. Desde o lançamento da plataforma, mais de 1 milhão de pessoas já se inscreveram no serviço.
O levantamento também mostrou que os motivos alegados por quem fez essas solicitações mudaram. Em maio, a maior parte dos pedidos (43%) era por perda de controle sobre o jogo.
TCU cita risco fiscal dos Correios
O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira (22) um alerta ao governo federal sobre o custo da universalização do serviço postal prestado pelos Correios. Por unanimidade, o plenário do tribunal aprovou o acórdão de uma auditoria realizada sobre a questão. Segundo o TCU, sem a criação de um "mecanismo explícito, estruturado e transparente de compensação de custos", a universalização gera risco fiscal para as contas públicas. A conclusão foi formada a partir do voto do ministro Benjamin Zymler, relator.
Valor é compatível a outras políticas públicas
Na avaliação de Zymler, o valor é compatível com outras políticas públicas, como o Programa Farmácia Popular e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
Contudo, o relator pontuou que a falta de previsão de compensação dos custos da estatal, que opera em prejuízo, fragiliza a capacidade dos Correios de absorverem as circunstâncias atuais e obriga o aporte de recursos por parte da União.
Bolsa Família I
A Caixa Econômica Federal pagou na quinta a parcela de julho do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 4. Neste mês, o valor médio do benefício está em R$ 679,19. Moradores de 175 municípios de seis estados receberam o crédito antes, na segunda (20), independentemente do número final do NIS.
Bolsa Família II
O pagamento unificado feito pela Caixa beneficiou localidades em situação de emergência ou em estado de calamidade pública nos seguintes estados: Amazonas (três municípios), Paraíba (31), Paraná (8), Rio Grande do Norte (120), Roraima (6) e Sergipe (7). O valor mínimo do Bolsa Família corresponde a R$ 600.
Resposta emergencial I
A Confederação Nacional da Indústria considera oportuna a disponibilização de crédito emergencial para as empresas afetadas pela tarifa adicional de 25% dos EUA. A medida, que inclui setores cujas exportações foram prejudicadas pela guerra no Oriente Médio, ajuda a aliviar o golpe recebido por setores da indústria nacional.
Resposta emergencial II
A indústria de transformação deve ser o setor mais impactado pela tarifa adicional, pois 47% do valor total das exportações desse segmento são alcançadas pela medida do governo dos EUA. Para a CNI, a sobreposição dessa barreira protecionista ao estrangulamento financeiro das empresas evidencia a urgência do pacote governamental.
Inovação e tecnologia I
Os impactos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), as diretrizes da nova Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI) 2024-2034 e novas propostas de governança para os fundos públicos foram temas de discussão da reunião do comitê de líderes da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI).
Inovação e tecnologia II
Durante a abertura do encontro, o presidente da CNI, Ricardo Alban, reforçou o papel da MEI como principal articuladora entre o setor produtivo e o governo federal para projetos na área de ciência, tecnologia e inovação. Alban destacou que a inovação precisa ter uma posição de relevância no desenvolvimento da indústria.
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