Vivemos a 1000 por hora. Literalmente. Nosso planeta gira a mais de 1000 quilômetros por hora em torno de seu eixo. Vivemos a 100.000 por hora também. Nosso planeta gira a mais de 100.000 quilômetros por hora em torno do Astro Rei: Vivemos num 'pião' de corda, que foi solto no espaço numa orbita elíptica veloz e furiosa, que mistura giros insanos e - eternamente enquanto dure - precisos...
Quando vemos, já fomos. Quando percebemos, já estamos... Perto do fim. Tudo é rápido, "num sopro"... A vida é um sopro, disse o mestre da arquitetura Oscar Niemeyer - aliás, esse o título de sua (fundamental) cinebiografia.
E nisso... Vivemos, nascemos e morremos, de geração em geração, "a cada 100 anos varridos da Terra" - como bem colocou recentemente Woody Allen.
E nisso... Construímos, sem sentido pleno aparente algum se for parar pra pensar... A Humanidade. O sentido reside aí? Sim, residiria... Entre Isaac Azimov e meu xará Erich Von Daniken - enquanto Aldous Huxley e George Orwell nos alertavam - tentamos entender de onde somos - e não 'viemos' - e pra onde, aí sim, vamos...
Hoje, um brasileiro cientista com alcunha de Profeta, 'Nicolelis' (nome que histórica e semanticamente se alinhará aos grandes da História - 'Galileu', 'Da Vinci', 'Nostradamus') nos alerta em Podcasts e livros sobre os perigos e verdades por trás da disseminação desenfreada da IA, útil sim se controlada por nós e por nós utilizada para fins específicos... Cegos e surdos são os que não querem ouví-lo.
Ainda... Em meio a Greys e Reptilianos, Anunnakis, o visitante de Varginha e os 'disclosures' recentes, temos a certeza de que não estamos sós... E como estaríamos? Um ponto azul perdido na vastidão do Universo. Sozinhos em Vida? Impossível. Simples assim.
A Terra gira, os sonhos vão e o vasto saber e querer de nossa raça se esvai enquanto exterminamos a nós mesmos: por Terra, Mar - onde nossos irmãos estelares já estão - e Ar. Machucando e destruindo nossa Casa com cada vez mais asfaltos e bombas...
A órbita perfeita a mil por hora tem dia e hora para acabar. Só não sabemos quando. Por obra e graça do espírito humano... Não dependeremos da final explosão de nossa Estrela Solar para nos esvair como raça e nem nossas astronaves interestelares jamais nos salvarão de nossa maior perdição... Nós mesmos. Não será apenas a IA que nos dominará em nossa burra e explicavelmente capitalista transferência de conhecimento humano para as máquinas, com o benefício - como visionariamente colocou "Blade Runner" - se transformando rapidamente em assustadora ameaça...
Nós cairemos perante nossa própria empáfia e ignorância.
O ser humano tem o potencial enorme de ser pleno, belo e potente... De luz, sabedoria e amor.
Ao invés disso, em geral em sua esmagadora maioria, escolhe a ignorância, a ganância e o egocentrismo.
A maldade, pura e simples, por razões diversas, por trás de todas as ideologias... E por trás simplesmente das sombras que se escondem nos confins da alma humana, individual... Entre essa e outras dimensões, espirituais inclusive, o nosso destino já está traçado então... A autodestruição virá... Por IA... Pelo clima... Pela polaridade em sistemas - quais sejam - inoperantes... Pelas guerras sem fim como consequência natural dessa zorra toda... Pelos Seres Alados - quais sejam, de onde vierem, Dimensões, Mundos, o Infinito - que nos darão o basta definitivo.
Em suma, enfim... Por nossa inexplicável e histórica falta predadora de Amor Próprio.
A solução viria se deixássemos a Paz, definitivamente, entrar.
Acolhedora, aquecedora... Despertando-nos para um amanhã melhor enquanto habitantes da Nave Terra em voo solo e sem dor pelo espaço profundo e circular...
Em velocidade de luz.
No entanto... Somos muito limitados para isso. A capacidade, observando milhares de anos de nossa história como raça humana, claramente nos falta. Habitamos... Um planeta à deriva.
*Cineasta
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