O senador Flávio Bolsonaro (PL) recorreu ao ChatGPT e cometeu erros na elaboração de uma “carta ao povo brasileiro”, na qual se declarou presidente eleito do país. O documento foi divulgado inicialmente com uma versão antiga do brasão nacional, que deixou de ser utilizada em 1968, durante o regime militar.
Após analisar a versão final da carta, um aliado muito próximo de Flávio pediu ao ChatGPT que acrescentasse o brasão do Brasil ao documento. A ferramenta de inteligência artificial, então, apresentou uma versão do símbolo com referência aos “Estados Unidos do Brazil”.
O equívoco só foi percebido depois que a carta havia sido enviada por meio de uma lista de transmissão. Uma segunda versão do documento foi divulgada para corrigir o erro.
Autoproclamação também foi corrigida
Outro erro, desta vez humano, ocorreu na primeira linha da carta, em que Flávio se apresentava como presidente eleito do Brasil.
A autoproclamação não constava nos primeiros esboços do documento e foi acrescentada por sugestão de um amigo da família Bolsonaro.
Após a repercussão, o próprio Flávio considerou o termo exagerado e decidiu substituí-lo pela expressão “líder do Brasil”.
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