Correio da Manhã
Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro critica taxa de juros elevada do Banco Central

Flávio Bolsonaro critica aumento dos juros e diz que Lula faz "mais mal ao Brasil que uma guerra"

Flávio Bolsonaro critica taxa de juros elevada do Banco Central
Flávio atribui ao governo Lula os juros elevados no país Crédito: Lula Marques/Agência Brasil

O senador Flávio Bolsonaro (PL) criticou a atual taxa básica de juros do país e atribuiu ao governo do presidente Lula (PT) a manutenção da Selic em patamar elevado. Em entrevista à coluna, o parlamentar comparou o cenário atual ao período do governo Jair Bolsonaro (PL), quando, segundo ele, a taxa chegou a ficar abaixo de 2% ao ano.

"No governo do presidente Bolsonaro nós chegamos a ter uma taxa de juros abaixo de 2% ao ano. O que nós temos hoje é uma taxa de 14,25%, que é muito alta, é a mais alta do mundo, ou uma das mais altas. Pelo que eu saiba, só perde para a Rússia, que é um país que está em guerra há três anos. Ou seja, o Lula faz mais mal ao Brasil do que uma guerra que mexe com toda a geopolítica mundial, em especial com a questão do petróleo", afirmou.

Flávio também elogiou a condução da equipe econômica do governo Bolsonaro e afirmou que o Brasil se recuperou da crise provocada pela Covid 19 em ritmo superior ao de outros países.

"O Brasil é reconhecido pela ONU como um dos países que melhor se recuperou da pandemia, na parte econômica e também na parte da saúde. Não faltou vacina para ninguém que quis se vacinar. Apesar disso tudo, com Paulo Guedes e toda a equipe econômica, o Brasil teve uma recuperação da economia muito mais rápida do que praticamente todos os países do mundo", declarou.

O senador ainda afirmou que as projeções do mercado antes das eleições de 2022 indicavam que a taxa básica de juros estaria em um patamar significativamente menor caso a política econômica do governo Bolsonaro tivesse sido mantida.

"Antes das eleições de 2022, o Boletim Focus projetava que, no fim de 2025, o Brasil teria uma taxa de juros de 7,75% ao ano, se mantivéssemos aquela política econômica do governo Bolsonaro. Hoje o que nós temos é uma taxa de juros quase o dobro disso".