Outro efeito colateral será o peso da União e do Governo da Bahia na vida de ACM Neto e Bruno Reis, prefeito de Salvador. A questão dos ônibus baianos, ou melhor, soteropolitanos, foram o pivô da intervenção desastrada do ministro Cristiano Zanin nas eleições. Eles estão jurados de morte pelo Palácio de Ondina e pelo Alvorada ao mesmo tempo. Acham que os dois jogaram muito sujo.
Coluna Magnavita | O golpe sujo baiano foi o pivô da crise dos ônibus
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