O clima ferveu no núcleo do PL. O futuro de Flávio Bolsonaro ficou preocupante depois da decisão do ministro Alexandre de Moraes que pediu o cancelamento do passaporte diplomático e o comum do senador Flávio Bolsonaro. Foi a senha que algo mais grave poderia ocorrer com o candidato.
A resistência de não aceitar a derrota e partir para o confronto jurídico, a partir dos pronunciamentos de Flávio, não tiveram eco na cúpula do PL. O medo era que a prisão do Flávio o deixaria em uma situação similar à do pai, com o agravante dele ter filhas pequenas. A turma do 'deixa disso' entrou e abriu uma sinalização para que se construísse um cenário de recuo do confronto proposto pelo candidato para evitar a sua prisão imediata.
Na tarde da própria segunda, 26, o script de baixar a fervura foi colocado em prática. Flávio Bolsonaro usou as redes sociais para um meio reconhecimento do resultado, reforçado depois pelo próprio PL e passaram para o segundo capítulo do livro: a atuação da bancada eleita pelo partido como força de oposição em 2027.
Para acalmar os ânimos de Alexandre de Moraes, entrou em cena o deputado federal do Rio, Luciano Vieira (reeleito) e presidente do PSDB, um dos mais fraternos amigos do ministro.
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