Foi uma marotice que deu certo pela segunda vez. O caso anterior foi a votação da ADPF sobre o destino do governo do Rio. Ocorreu um balé muito parecido. Só que a desmoralização começou quando o mesmo trio (Dino, Zanin e Gilmar) colocou o Tribunal Superior Eleitoral no banco dos réus e começaram a questionar as decisões da corte eleitoral, isso na presença da então presidente do TSE Cármen Lúcia, do seu então vice Kassio Nunes Marques e do ministro André Mendonça.
Houve tumulto e um pedido de vista que resultou na não votação até a data de hoje da recondução do processo sucessório do estado. A segunda unidade da federação continua em um limbo jurídico por uma votação que nunca ocorreu.
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