Um paradoxo na lamentável sessão desta terça, 15 de setembro de 2026, com ministros dos STF desrespeitando e atropelado a autoridade do presidente da corte. Cada vez que o ministro Alexandre de Moraes falava, a TV Justiça o identificava como vice-presidente do STF. É uma lembrança e ao mesmo tempo um agravante ao julgamento. Quem está envolvido no manto de suspeição é o ministro que ocupa hoje a vice-presidência e que em outubro de 2027 será o presidente do Supremo. Como o contrato com o banco existe e foi levado ao Conselho de Ética da OAB-DF e as mensagens do bloco de notas com o contratante estão sincronizadas com as chamadas para o número do ministro, são necessárias explicações. Existem agravantes neste caso. O corpo que encarnava a credibilidade do STF está estendido em plena praça dos Três Poderes, coberto por jornais e com velas acesas, esperando que seja recolhido. Enquanto isso se discute no plenário do STF se ele estava vivo ou morto antes de ser atropelado pelo veículo do contratante.
Coluna Magnavita | Moraes presidente do STF em 2027 é agravante
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