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Presidente da Fecomércio RJ participa de live da CNC sobre relações de trabalho

Presidente da Fecomércio RJ participa de live da CNC sobre relações de trabalho
Antonio Florencio de Queiroz Junior e o presidente da Fecomércio-SP, Ivo Dall'Acqua Júnior, debateram os resultados da Conferência Internacional do Trabalho da OIT Crédito: Fecomércio RJ

Os presidentes da Fecomércio RJ, Antonio Florencio de Queiroz Junior, e da Fecomércio-SP, Ivo Dall'Acqua Júnior, participaram, na última semana, da live CNC em Ação - Experiências e Resultados na Conferência Internacional do Trabalho, promovida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e transmitida pelo canal CNC Play no YouTube. Os dois discutiram os principais desdobramentos da 114ª Conferência Internacional do Trabalho, realizada em Genebra, na Suíça.

Durante a transmissão, os dirigentes analisaram os impactos da aprovação da Convenção nº 193 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que estabelece parâmetros para o trabalho decente na economia de plataformas digitais. O debate abordou o processo de negociação entre governos, trabalhadores e empregadores, os critérios mínimos de proteção previstos no texto e os reflexos da medida sobre as discussões legislativas em andamento no Brasil.

"As discussões sobre negociações coletivas foram fundamentais na Conferência Internacional do Trabalho, reforçando cada vez mais a importância das representações sindicais, tanto empresariais quanto de trabalhadores, como instrumentos essenciais para a construção de soluções equilibradas e capazes de conciliar a proteção dos direitos trabalhistas", destacou o presidente da Fecomércio RJ.

No encontro, Antonio Queiroz reforçou a importância do diálogo entre representantes do setor produtivo para acompanhar as transformações nas relações de trabalho e seus impactos sobre o ambiente de negócios e a geração de empregos. "Na verdade, quando discutimos as questões trabalhistas, estamos defendendo muito mais o trabalhador do que a empresa, porque estamos protegendo o emprego. Atitudes açodadas, sem pensar nas consequências, acabam prejudicando o trabalho", afirmou o presidente da Fecomércio RJ.