Representantes das empresas de entrega por aplicativo detalharam, na reunião com o MP as dificuldades relacionadas ao uso dos espaços hoje disponibilizados aos trabalhadores.
As plataformas afirmam que mantêm estruturas próprias e parcerias com postos, supermercados e estabelecimentos comerciais, oferecendo serviços como banheiros, água, áreas de descanso, internet e recarga de celulares, além de locais para pausa entre uma viagem e outra.
Apesar disso, o setor reconhece que a rede atual não acompanha a dinâmica da atividade e deixa áreas de grande circulação sem qualquer suporte organizado, o que leva muitos trabalhadores a ocupar espaços improvisados.
As empresas relataram situações de uso indevido de áreas públicas, como pilotis de edifícios e acessos de prédios residenciais, e defenderam a criação de fluxos de fiscalização e canais de denúncia para orientar o uso adequado dos locais.
Também destacaram a necessidade de critérios claros para a implantação de novos pontos, com definição de áreas prioritárias e regras de funcionamento.
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