O grupo Araúnas uniram música, dança e espiritualidade em uma performance marcada pela força do feminino e da ancestralidade. Conduzido por Maria Bonita, indígena Kariri Vapabussu (SE), Priscilla Ares, indígena Kariri (PB), e Keila Gomes, professora, pesquisadora e batuqueira. O grupo levou ao público uma vivência que mistura vissungos, cânticos de Catimbó, pontos de Umbanda e composições autorais.
Correio da Manhã
Vale do Café
Força da ancestralidade e do Feminino