O presidente do diretório municipal do PSD em Barra Mansa, Leo Santos, alertou nesta quarta-feira, dia 30, para a importância de combater a compra de votos e outras práticas ilegais durante o processo eleitoral. Segundo Leo Santos, a população deve ficar atenta a qualquer tentativa de troca de voto por dinheiro, alimentos, materiais de construção, empregos ou outras vantagens. Para ele, além de ser crime eleitoral, a prática prejudica toda a população ao comprometer a qualidade da representação política, a democracia e a correta aplicação dos recursos públicos.
- Vender o voto é trocar o futuro do nosso país por uma vantagem momentânea. Nesta eleição, o eleitor terá a responsabilidade de escolher representantes em diferentes níveis de governo. É uma decisão que terá impacto direto na vida da população. O dinheiro oferecido hoje pode parecer uma ajuda, mas o prejuízo coletivo aparece depois, na falta de investimentos em segurança pública, saúde, educação e nas obras que deixam de ser realizadas - afirma Leo Santos.
Ele ainda alerta sobre a origem do dinheiro usado nas bocas de urna. "De onde vem todo esses valores? São lícitos ou tem origem fraudulenta?", indaga Léo.
Seis escolhas nas urnas
O eleitor votará para presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual.
Neste cenário, Leo Santos destaca que cada voto tem uma função diferente e defende que o eleitor conheça o histórico, as propostas e a atuação dos candidatos antes de decidir. "O eleitor precisa entender a responsabilidade de cada escolha. São seis votos e diferentes atribuições. É importante pesquisar, comparar propostas e conhecer a trajetória de quem está pedindo o voto", afirma.
O presidente municipal do PSD também defende uma fiscalização rigorosa nos locais de votação especialmente para impedir tentativas de aliciamento de eleitores, propaganda irregular e qualquer forma de pressão no dia da eleição.
-Precisamos que os órgãos responsáveis pela fiscalização estejam atentos e atuantes, principalmente nos locais com grande concentração de eleitores. O cidadão precisa ter liberdade para votar de acordo com a sua consciência, sem pressão, ameaça ou qualquer tipo de vantagem oferecida em troca do voto- ressalta.
Denúncia de irregularidades
A população também pode colaborar com a fiscalização. Entre as situações que devem ser comunicadas às autoridades estão a oferta ou promessa de dinheiro ou benefícios em troca do voto e outras condutas proibidas pela legislação eleitoral.
O aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral, permite o encaminhamento de denúncias, inclusive com registros em foto e vídeo. O eleitor também pode procurar o Ministério Público Eleitoral e os canais oficiais do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro. Em situações que envolvam risco imediato, ameaça ou flagrante, o cidadão pode acionar as forças de segurança pelos canais de emergência.
Atualização
Quem já possui o e-Título instalado no celular há algum tempo deve ficar atento à atualização do aplicativo. A orientação da Justiça Eleitoral é reemitir o e-Título, baixando a versão atualizada da ferramenta. A atualização permite que eleitoras e eleitores tenham acesso às novas funcionalidades e aos serviços disponíveis na versão mais recente do aplicativo. Por isso, mesmo quem já utiliza o e-Título deve verificar se está com a versão atualizada.
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