A Seleção Brasileira desembarcou na manhã desta terça-feira (2) no Aeroporto Internacional de Newark, em Nova Jersey, para a Copa do Mundo 2026. Após voo que partiu do Rio de Janeiro, a delegação pousou em solo americano às 9h30 (de Brasília) e seguiu viagem para o hotel The Ridge, em Basking Ridge.
O trajeto de ônibus durou cerca de 50 minutos. O The Ridge está localizado em uma área reservada, onde a Amarelinha terá privacidade, conforto, segurança e proximidade do Centro de Treinamento Columbia Park, em Morristown.
O local, que pertence ao New York Red Bulls, está a aproximadamente 15 minutos do hotel e receberá a preparação do Brasil. Os treinos começaram na mesma tarde, com início às 18h.
O último compromisso da equipe comandada por Carlo Ancelotti antes da estreia na Copa do Mundo, marcada para o dia 13 de junho, será contra o Egito, no sábado (6), às 19h (de Brasília), no Huntington Bank Field, na cidade de Cleveland. A Seleção viajará na sexta-feira (5).
Antes da viagem, os jogadores e a comissão técnica da Seleção Brasileira visitaram a sede da CBF nesta segunda-feira (1 de junho) a fim de se despedir dos funcionários da casa, antes da viagem para a disputa da Copa do Mundo nos EUA, Canadá e México. Foi uma recepção festiva e calorosa. Eles aproveitaram para conhecer o museu da entidade e atenderam ao convite do presidente da CBF, Samir Xaud, para um jantar no restaurante do prédio.
A chegada do grupo à CBF se deu por uma entrada reservada. Seguiram uma trilha iluminada na cor verde neon, como num corredor a céu aberto, saudados pelos funcionários da confederação, que vestiam a camisa amarela com o slogan da campanha institucional da CBF para a Copa do Mundo: "Bate no Peito".
Assim que entraram na sede, percorreram o museu, que reúne 1.276 peças, entre troféus, medalhas, documentos, etc, além de esculturas de Pelé, Zagallo e Marta.
Depois, ocuparam o auditório, onde novamente foram ovacionados pelos colaboradores da CBF. A cerimônia, com os jogadores postados no palco, em companhia do técnico Carlo Ancelotti, foi aberta pelo presidente Samir Xaud, com um rápido discurso em que desejou sorte e sucesso à Seleção e se disse muito honrado de fazer parte dessa nova etapa da entidade.
Depois, foi a vez do vice-presidente Gustavo Dias dar seu depoimento sobre a importância e o peso da camisa amarela da Seleção no mundo todo.
Outros dois momentos importantes pontuaram o encontro no auditório. Um deles quando o mestre de cerimônias e diretor de Comunicação da CBF, Fábio Seixas, chamou o colaborador mais antigo da entidade, Francisco Manoel Ferreira Fentanes, o Chiquinho - 48 anos de casa -, para receber das mãos de Casemiro uma camisa da Seleção autografada por todos os jogadores.
Na sequência, Moisés Silva, outro colaborador muito querido pelos colegas, subiu ao palco para entregar a Carlo Ancelotti uma bandeira do Brasil autografada pelos funcionários da confederação. Muito emocionado, Moisés pediu ao grupo que traga o hexa.
Somente três dos convocados não estavam na sede: Marquinhos, Gabriel Martinelli e Gabriel Magalhães, que disputaram a final da Champions League. Os três se apresentam a Carlo Ancelotti nos EUA.
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