A marca oficial do Rock in Rio 2026 já está preparada em receber os milhares de fãs na Cidade do Rock, ainda mais em um ano especial, quando completa 50 primaveras no Brasil. Em um stand com muitas roupas, assessórios e vários objetos de recordação, a C&A não ficará apenas no vestiário. Haverá também jogos interativos e brindes.
O stand, que ficará bem na entrada da Cidade do Rock, terá: customização de jaquetas; cabine de fotos com Glambot, a câmera de alta velocidade usada em premiações como o Oscar; games interativos; distribuição de brindes (mini câmeras, leques, bolsas) e peças da coleção, como jaquetas jeans, bonés e meias.
"O momento de se arrumar para o festival já faz parte do show. É ali que a moda entra, quando alguém decide o que vestir para viver aquele dia. Estar no Rock in Rio como look oficial coloca a marca dentro de uma das maiores experiências culturais do país, no lugar em que sabemos atuar muito bem: vestindo pessoas reais em momentos que elas vão lembrar para sempre", afirma Cecília Preto Alexandre, Chief Marketing Officer (CMO) da C&A.
Peças do festival
A marca, que é e co-patrocinadora do Palco Sunset neste ano, tem mais novidades: a nova coleção, chamada merch collection, que estará disponível apenas em lojas selecionadas do Rio de Janeiro, lojinhas do festival e no online. Com aquetas e camisetas oficiais, assim como meias, bonés e moletons, o público não ficará de fora da magia do Rock in Rio antes, durante e depois do festival e, quem sabe, já até guardando a roupa para 2028.
Além disso, um estilista renomado fará coleção exclusiva para o Rock in Rio, a ser vendida exclusivamente no stand da C&A na Cidade do Rock, como forma de celebrar esta união de longa data e as cinco décadas da marca nos territórios brasileiros.
Expansão da marca no digital
Além do Rock in Rio, a C&A também está com outras novidades pelos seus 50 anos no Brasil. A marca reinaugurou recentemente sua loja no BarraShopping e introduziu um novo conceito em seu aplicativo, dando mais agilidade a facilidade ao cliente na hora de escolher a roupa, utilizando a inteligência artificial.
"Nós somos os primeiros a ter o personal shopper e principalmente o que a gente chama de home free. Se você baixar o nosso app, se cadastrar e a partir do seu histórico de navegação, quando vocês entrarem, vai ter as melhores recomendações para você. Então isso é algo que constantemente a gente vem evoluindo dia após dia. Recentemente a gente fez um novo modelo de checkout mais fácil no nosso app e os testes, os primeiros resultados já são muito promissores. E por quê? Porque a gente está quebrando todos os pontos de atrito', disse Cecília, que complementa:
"Então é essa escutativa, quando a gente fala do NPS, o que ele está dizendo e como a gente traduz para ser a serviço. Eu acho que no mundo de tecnologia hoje, com todas as inovações, o grande receio que a gente pode fazer é ser algo simplesmente ilegal. Ele só funciona aqui na C&A a partir do momento de uma dor e uma solução específica", finaliza.
Cecília ressalta que esse processo todo também estará nas lojas físicas ou mesmo o cliente utilizando os dois serviços de forma complementar.
"A gente tem otimizado cada vez o serviço ao cliente. A gente vem numa jornada de evolução, de personalização da melhor proposta para aquele determinado perfil de cliente. E a gente vai chegar num lugar onde a gente tenha propostas cada vez mais hiper personalizadas. De forma que seja não só no digital, mas também no Omni, ou seja, na loja. Porque o cliente não é mais só digital ou só loja. Ele está em todos os cantos", encerrou.
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