Rio de Janeiro

VI Fórum Estadual de Museus debate o papel das instituições na atualidade

VI Fórum Estadual de Museus debate o papel das instituições na atualidade
Evento acontece em três museus do Rio de Janeiro Crédito: Divulgação

Com o tema "Museus para adiar o fim do mundo", a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, em parceria com o Sistema Estadual de Museus, realiza o VI Fórum Estadual de Museus do Rio de Janeiro, inspirado nas reflexões do ambientalista e filósofo brasileiro Ailton Krenak, que propõe diálogos sobre memória, território, sustentabilidade, diversidade e o futuro das instituições de memória. O evento acontece entre os dias 26 e 28 de maio, no Museu Nacional dos Povos Indígenas, Museu de História e Cultura Afro-Brasileira e no Museu do Samba.

"O Fórum Estadual de Museus é um espaço fundamental para fortalecer o diálogo entre profissionais, instituições e a sociedade. Ao trazer reflexões urgentes sobre memória, inclusão e justiça social, o encontro evidencia como os museus podem atuar como agentes ativos na construção de um futuro mais diverso, democrático e sustentável", destaca a secretária Danielle Barros

Ao longo da programação, o Fórum propõe repensar os museus como espaços de articulação entre saberes ancestrais e práticas contra-hegemônicas, ampliando as formas de pensar a produção e difusão de conhecimento. O evento inclui mesas temáticas, atividades de capacitação, visitas a espaços de memória, apresentações artísticas e aborda temas centrais como o direito à memória, a inclusão de públicos historicamente excluídos, o enfrentamento ao racismo ambiental e o protagonismo das juventudes na construção de futuros possíveis.

Segundo Lucienne Figueiredo, superintendente de Museus do Estado do Rio de Janeiro, o Fórum está conectado aos debates contemporâneos do campo.

"Em sua sexta edição, o Fórum consolida-se como um espaço para pensar estratégias de articulação do campo museal em nosso estado, promovendo o intercâmbio de experiências, a construção de redes colaborativas e o desenvolvimento de práticas mais inclusivas, sustentáveis e conectadas com as realidades locais", afirma.