Petropolitano

Petrópolis tem 21 suplentes na Alerj e Câmara dos Deputados

Nove candidatos ficaram como suplentes em Brasília e outros doze no Rio

Petrópolis tem 21 suplentes na Alerj e Câmara dos Deputados
Seis dos suplentes exercem a função de vereador no município Crédito: Thiago Alvarez/CM

Petrópolis terá 21 candidatos ligados ao município na condição de suplentes nas eleições de 2026. São 12 nomes que disputaram uma vaga de deputado estadual e outros nove que concorreram à Câmara dos Deputados. Entre eles, estão candidatos que tiveram votações expressivas no Estado do Rio de Janeiro, mas não conseguiram uma das cadeiras disponíveis.

Entre os candidatos ligados a Petrópolis que ficaram como suplentes na disputa estadual, Sérgio Fernandes (PSD) teve a maior votação, com 28.507 votos. Na sequência aparecem Octavio Sampaio (PL), com 21.863; Dudu (DC), com 16.456; Junior Paixão (PSDB), com 8.320; Fred Procópio (MDB), com 7.277; Léo França (PT), com 5.488; Dr. Aloisio Barbosa (PP), com 4.328; Bernardo Santoro (PSD), com 1.501; Comissário Aranha (Republicanos), com 1.041; Marcelo Lessa (PSDB), com 663; Claudia Respeita (PSB), com 486; e Patricia Egídio (União), com 388 votos.

O resultado chama atenção pela quantidade de votos obtida por candidatos que não conquistaram uma cadeira. Octavio Sampaio, por exemplo, ficou com 21.863 votos e aparece como suplente no resultado estadual. Mesmo com a votação, a distribuição das cadeiras depende do desempenho dos partidos e federações em todo o estado.

Na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados, nove candidatos ligados a Petrópolis também ficaram na suplência. Hugo Leal (PSD) foi o mais votado do grupo, com 57.557 votos, seguido por Bernardo Rossi (União), com 48.049; Marcus Vinícius Neskau (PRD), com 33.109; Max Lemos (União), com 30.700; Rubens Bomtempo (PT), com 19.613; Júlia Casamasso (PSOL), com 14.624; Professor Leandro Azevedo (Republicanos), com 3.629; Leandro Ziquinho (MDB), com 3.059; e Matheus Quintal (PL), com 3.032 votos. Nenhum deles foi eleito.

Hugo Leal teve uma das maiores votações entre os candidatos não eleitos para deputado federal em todo o país, mas os 57.557 votos não foram suficientes para garantir uma cadeira. O caso reforça o peso do sistema proporcional, no qual a votação individual do candidato é somada ao desempenho de seu partido ou federação para definir quantas vagas a legenda conquista.

Nas eleições proporcionais, o suplente é definido dentro da representação partidária ou da federação. Pela regra eleitoral, são considerados suplentes os candidatos mais votados de uma legenda que não foram eleitos, seguindo a ordem de votação. O suplente permanece fora do exercício do cargo enquanto os titulares estiverem normalmente nos mandatos, mas pode ser convocado em situações previstas na legislação.