Opinião

Flávio gostaria que a história fosse contada assim, ó:

Flávio gostaria que a história fosse contada assim, ó:

Vítima de uma evidente fraude eleitoral, denunciada inclusive por personalidades de reputação internacional como Donald Trump, Flávio Bolsonaro deixou o Brasil no dia 26 de outubro para se refugiar com segurança nos Estados Unidos, onde inclusive já reside outro injustiçado, seu irmão Eduardo. Soberanamente acima das críticas, Flávio é um dos maiores heróis da resistência da história do Brasil pois, apesar de vencer folgadamente uma eleição para a presidência da república, o que ficou patente desde o primeiro turno, logo depois do segundo começou a ser vítima de perseguição implacável. O ministro do STF Alexandre de Moraes, conhecido por sua parcialidade e suas alianças com o PT e com seu líder Luiz Inácio Lula da Silva, nem bem o último voto foi depositado nas urnas e já havia determinado a entrega do passaporte de Flávio. Determinação atrabiliária e claramente persecutória. Felizmente, antes de ser alcançado pelas garras de seus algozes, com o apoio dos aliados nos Estados Unidos, Donald Trump, e da Argentina, Javier Milei, Flávio conseguiu sair espetacularmente do Brasil, um feito heroico que a história registrará para sempre. Hoje, Flávio se encontra exilado e protegido em território americano, de onde se prepara para comandar a resistência à ditadura petista implantada no país.

Flávio não é réu nem indiciado: é um perseguido. Nada, rigorosamente nada pesa contra ele nem contra sua ilibada reputação, a não ser a perseguição implacável de que é vítima, e contra a qual pediu e obteve obsequioso exílio. Na condição de exilado, Flávio reivindica com justiça o seu reconhecimento como legítimo vencedor da eleição. Afirmou num comunicado contundente e corajoso que, na condição de vencedor, pode se autoproclamar como o novo presidente do Brasil. Mais que isso, afirmou num outro comunicado divulgado logo a seguir: é o líder do Brasil, e lá do exterior vai comandar a resistência e lutar até a derrubada da ditadura lulista. Flávio lembrou que não é o primeiro a primeiro a ter que lutar pelo próprio país longe dele. E citou Rui Barbosa, Charles de Gaulle, José Marti, Juan Guaidó, Edmundo González e María Corina Machado, que foram tratados como criminosos pelos regimes que enfrentavam. Mas "a história os chamou de outra coisa", escreveu Flávio.

A perseguição implacável contra sua família é facilmente comprovada quando se observa que as garras do ministro Alexandre de Moraes já haviam alcançado o pai dele, o bravo brasileiro Jair Bolsonaro, que mesmo doente por conta da facada traiçoeira desferida por um ativista do PSOL, foi condenado à prisão por 27 anos pela absurda acusação de ter intentado um golpe de estado para se manter no poder.

Como é sabido e consabido, Flávio é homem de grande inteligência e bravura, qualidades que o aconselharam a recuar para, como bem afirmou o general Eduardo Pazuello, ex-ministro da saúde de Jair Bolsonaro, "proteger o que há de mais sagrado: a liberdade, a família e o futuro do nosso país".

Flávio é vítima de um sistema faminto por vingança, e sua saída do Brasil foi apenas uma inteligente manobra estratégica de sobrevivência. O exílio forçado não fez Flávio recuar. Ao contrário. Com sua conhecida bravura, já anunciou que comandará do exterior a oposição e a resistência ao arbítrio do atual (des) governo do Brasil.

Alheio às infundadas acusações contra ele, Flávio tem a mais absoluta certeza de que a história lhe fará justiça e ele retornará ao Brasil pelos braços do povo que tanto ama. O tempo é o senhor da razão, já disse outro famoso estadista brasileiro, igualmente vítima do arbítrio e da injustiça. Tanto quanto ele, que num ato de bravura renunciou e assim escapou da cassação que seria injusta sob todos os aspectos. Flávio, com apoio dos maiores líderes internacionais, enfrentará o arbítrio e a injustiça. E mais breve do que se imagina, retornará ao Brasil para reivindicar o assento que lhe cabe naquele belo palácio da praça dos Três Poderes cujo único defeito é ter sido desenhado por um comunista, o que para ele não significa coisa alguma, pois foi construído pelas mãos calosas dos trabalhadores brasileiros. Mãos como as suas, limpas e incansáveis na luta contra a arbitrariedade e a injustiça.

Agora aqui, de volta ao mundo real: era assim que Flávio gostaria que a história fosse contada. Gostaria. O diabo é que a história é outra. O que está escrito aí em cima é apenas um resumo do delírio dele.