Correio da Manhã
Opinião

O Rio tem banco de reserva

O Rio tem banco de reserva

Não são só os técnicos das seleções que podem promover substituições para melhorar o desempenho dos times. A sociedade pode e deve convocar uma elite de homens fora do setor público para um voluntariado de alto nível ético, moral e operacional em casos de flagrante emergência como a que vive o Rio de Janeiro.

Os quadros são ricos e variados. Na liderança de entidades empresariais, são notáveis gestores homens como Antônio Florêncio de Queiroz, Humberto Mota e Daniel Homem de Carvalho. E como os que estão no comando de grandes empresas e clubes, mas têm espírito público, como José Luiz Alquéres e Luiz Alfredo Taunay, e nos empreendimentos relevantes, como Roberto Medina, Alexandre Accioly e Sávio Neves. Temos ainda antigos parlamentares preparados e equipados, como Ronaldo Cezar Coelho, Márcio Fortes e Aloísio Teixeira.

O Rio é onde vivem os mais destacados economistas, desde Paulo Guedes, Armínio Fraga, Gustavo Franco, Carlos Tadeu, Roberto Campos Neto e outros.

Entregar o Rio de Janeiro a um time deste nível resgata a história e a relevância de um estado que já deu ao Brasil lideranças a nível de estadistas como Negrão de lima, Carlos Lacerda, Gilberto Marinho, Almirante Faria Lima, Amaral Peixoto e Nelson Carneiro, entre outros. Sim, temos gente boa!