O candidato Sergio Moro (PL) foi eleito governador do Paraná no primeiro turno neste domingo (4). Com 99,19% das urnas apuradas, o senador somava 50,18% dos votos válidos e superava Sandro Alex (PSD), que tinha 25,9%. A participação dos eleitores no estado foi de 79,41%, enquanto as abstenções chegaram a 20,59%. Sergio Moro deixará o Senado e assumirá o governo do Paraná em 6 de janeiro de 2027, para um mandato de quatro anos. Nascido na região de Maringá, ele foi juiz federal em Curitiba e ganhou projeção nacional em 2014 durante a Operação Lava Jato. Em 2019, assumiu o Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo Jair Bolsonaro. Em 2022, foi eleito senador pelo Paraná e, em março de 2026, filiou-se ao Partido Liberal (PL) para disputar o governo estadual. Ao vencer no primeiro turno, Moro passa a comandar o estado a partir de 2027.
Sergio Moro é eleito governador do Paraná no 1º turno
Senador do PL venceu a disputa estadual e vai assumir o governo do Paraná em janeiro de 2027
Jorginho Mello (PL) é reeleito governador
Jorginho Mello (PL) foi reeleito governador de Santa Catarina, no 1º turno das eleições de 2026. O candidato superou a marca de 50% dos votos válidos e garantiu mais 4 anos no comando do estado. O resultado foi definido antes do fim da apuração. Adriano Silva (Novo), atual vice-governador, também foi reeleito para a função. A vitória mantém Mello no cargo até 2030. A disputa pelo governo estadual não terá 2º turno. A definição ocorreu com a apuração avançada.
TRE manda Moro apagar posts sobre voto útil
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná determinou que o candidato Sérgio Moro (PL) retirasse das redes sociais publicações com pesquisas de intenção de voto. O conteúdo destacava os votos válidos e desconsiderava eleitores indecisos. A medida atingiu posts no Instagram e TikTok e atendeu a pedido da campanha de Sandro Alex (PSD). Em caso de descumprimento, foi fixada multa de R$ 50 mil por hora. A decisão considerou que as mensagens poderiam induzir eleitores a escolher o chamado voto útil na disputa pelo Senado.
Casos de boca de urna
São José (SC) registrou cerca de 2 casos de boca de urna durante o primeiro turno das Eleições 2026, no domingo (4). As ocorrências foram identificadas em escolas dos bairros Ipiranga e Barreiros. A Polícia Militar elaborou termos circunstanciados para os envolvidos, que não foram presos. Eles deverão comparecer ao Fórum de São José ainda nesta segunda-feira (5).
Paraná no Senado
Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo) conquistaram as 2 vagas do Paraná no Senado nas Eleições 2026. Com 95,25% das urnas apuradas, Barros tinha 27,37% dos votos válidos e Dallagnol, 25,28%. O registro de Dallagnol foi indeferido pelo Tribunal Superior Eleitoral, mas o presidente da Corte suspendeu a decisão no domingo (4).
RS no Senado
Marcel Van Hattem (Novo) e Sanderson (PL) foram eleitos para as 2 vagas do Senado pelo Rio Grande do Sul. A votação ocorreu no domingo (4), durante o 1º turno das eleições. Os 2 deputados federais superaram os demais candidatos na disputa estadual. Com o resultado, a bancada gaúcha no Senado terá novos representantes.
SC no Senado
Carol De Toni e Carlos Bolsonaro, ambos do PL, foram eleitos para as 2 vagas de Santa Catarina no Senado Federal no domingo (4). A deputada federal terminou a apuração em 1º lugar, com 33,43% dos votos, enquanto o ex-vereador do Rio de Janeiro teve 25,21%. Esperidião Amin (PP) ficou em 3º, com 15,36%.
Compromisso
Maria Evangelina da Silva Jardim, de 103 anos, votou no domingo (4) no Colégio Catarinense, em Florianópolis. Ela foi acompanhada pela filha, Adelaide, durante a votação. A eleitora havia deixado o hospital na sexta-feira (2), após tratar uma infecção urinária. Mesmo com a idade, decidiu comparecer à seção eleitoral.
Suporte
Um carro elétrico foi utilizado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR) para fornecer energia a um cartório eleitoral de Salto do Lontra, no sudoeste do Paraná. O imóvel ficou sem luz após danos provocados por chuvas e ventos fortes. Mais de 500 equipes da Companhia Paranaense de Energia (Copel) atuaram no reparo da rede.
Ocorrência
Uma urna eletrônica precisou ser substituída no domingo (4) em Candelária, no interior do Rio Grande do Sul, após a tecla 3 ficar travada. A ocorrência levantou suspeita de uso de substância adesiva no equipamento. Os votos registrados foram preservados. A Justiça Eleitoral vai apurar se houve vandalismo ou sabotagem.
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