CORREIO sul

UEL participa de estudo busca salvar araucárias no Paraná

Pesquisa testou uma solução inédita em mudas da espécie

UEL participa de estudo busca salvar araucárias no Paraná
Pesquisa usa resíduos orgânicos para aumentar a resistência à seca Crédito: Divulgação/UEL

Pesquisadores do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação em Emergência Climática (NAPI-EC), em parceria com a Universidade Estadual de Londrina (UEL), no Paraná, desenvolveram nanopartículas com resíduos de camarão e caranguejo que aumentaram a resistência de mudas de araucária à seca.

O estudo mostrou que a aplicação libera óxido nítrico gradualmente, favorecendo a defesa das plantas e o desenvolvimento das raízes. A espécie pode perder 70% da área de distribuição em 40 anos pelas mudanças climáticas.

O trabalho é fruto de uma colaboração multidisciplinar financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e Fundação Araucária, reunindo cientistas da UEL, do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA), do Instituto Tecnológico do Vale (ITV) e da Universidade Federal do ABC (UFABC).