Uma pesquisa da Universidade Federal do Paraná (UFPR) investiga como a anatomia do crânio dos peixes da subordem Notothenioidei pode ter contribuído para a adaptação do grupo à Antártida ao longo de 22 milhões de anos.
O estudo, publicado em uma revista estadunidense, analisou a diversidade craniana de espécies que hoje formam o grupo de vertebrados mais abundante da região.
Os pesquisadores buscaram relacionar as diferenças na estrutura do crânio aos hábitos alimentares e aos ambientes ocupados pelos animais há milhões de anos.
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