Os prefeitos dos 20 municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC) voltam a se reunir nesta terça-feira (18), em Campinas, para discutir questões que ultrapassam os limites de cada cidade e exigem soluções construídas de forma conjunta. A 252ª Reunião Ordinária do Conselho de Desenvolvimento da RMC será realizada às 9h, na PUC-Campinas, no Campus I, com a participação de gestores públicos e representantes de secretarias estaduais.
O encontro será conduzido pelo presidente do Conselho de Desenvolvimento da RMC, prefeito de Campinas, Dário Saadi. A reunião ocorre em um momento em que temas como saúde, mobilidade, planejamento urbano, mudanças climáticas e infraestrutura passaram a exigir cada vez mais articulação entre os municípios.
Espaço de diálogo
Para a reunião, a expectativa é de que os debates avancem sobre diretrizes de planejamento urbano, integração regional e projetos estratégicos de desenvolvimento. Entre os eixos que vêm orientando a atuação do Conselho estão também as mudanças climáticas, a mobilidade e a utilização de recursos do Fundocamp para projetos de interesse comum.
A saúde está entre as prioridades apontadas por Dário Saadi quando assumiu a presidência do Conselho, em fevereiro de 2025. Na ocasião, ao lado de mudanças climáticas e fortalecimento da economia regional, o prefeito destacou a necessidade de políticas públicas pensadas para além das fronteiras municipais.
A escolha de voltar à PUC-Campinas para a 252ª reunião também reforça o papel da universidade enquanto espaço de diálogo entre poder público, ciência e inovação.
A instituição já havia sediado uma reunião do Conselho em 2022, quando prefeitos, secretários e representantes dos 20 municípios conheceram projetos, pesquisas e serviços desenvolvidos pela universidade que poderiam contribuir para a administração pública regional.
A importância desse fórum está justamente na natureza dos problemas enfrentados pela metrópole. A RMC foi criada em 2000 e é formada por 20 municípios. A proximidade entre essas cidades faz com que os deslocamentos, os serviços de saúde, o transporte, o crescimento urbano, a segurança, a infraestrutura e os impactos ambientais não terminem nas divisas municipais.
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