No primeiro semestre deste ano, as empresas de Americana venderam ao mercado externo US$ 371,6 milhões em mercadorias. O montante representa uma expansão de 45,4% quando confrontado com o desempenho verificado ao longo dos mesmos seis meses de 2025. Paralelamente, o total de produtos trazidos de outros países para o município atingiu a cifra de US$ 242,8 milhões.
Essa combinação resultou em um saldo comercial positivo de US$ 128,7 mi para a ciade, superando em 56 vezes o indicador consolidado no mesmo intervalo do ano anterior. As informações foram organizadas pelo Observatório Econômico de Americana.
Destinos
A Alemanha se consolidou na liderança como a nação que mais absorveu as remessas de Americana, com um total de US$ 240,3 milhões. Na sequência da lista de compradores figuraram a Bélgica (US$ 51,1 milhões), o México (US$ 17 milhões), a Argentina (US$ 12,2 milhões) e os Estados Unidos (US$ 11,2 milhões).
O intercâmbio abrangeu Chile (US$ 6,4 mi), Colômbia (US$ 6,3 mi), Peru (US$ 6,1 mi), Uruguai (US$ 2,9 milhões) e Equador (US$ 2,8 milhões). Ao todo, as mercadorias alcançaram 48 nações em cinco continentes. A Bélgica multiplicou suas aquisições por 3,2, a França, elevação de 90% e o mercado peruano teve uma evolução de 39%.
No que tange aos materiais comercializados externamente, o grupo de metais preciosos exerceu o papel principal, sendo responsável por gerar US$ 270,2 milhões, o equivalente a 72,7% da pauta local. Outros componentes com relevância estatística foram os resíduos de metais nobres e descartes eletrônicos, que movimentaram US$ 51,1 milhões, além do comércio de pneumáticos novos, que alcançou a marca de US$ 50,5 milhões.
Origem
Pelo lado das compras, as aquisições internacionais de Americana somaram US$ 242,8 milhões nos seis meses iniciais. O mercado norte-americano e o território chinês concentraram conjuntamente quase 45% do valor total das transações das indústrias locais fora do país.
Os EUA lideraram os fornecimentos com R$ 61,4 milhões, seguidos por China (US$ 49 milhões), Alemanha (US$ 22,2 milhões), Israel (US$ 20 milhões), Indonésia (US$ 12,8 milhões) e Espanha (US$ 12,6 milhões). O ranking também incluiu Coreia do Sul, Tailândia, Índia e Japão.
De acordo com as informações, entre os insumos mais requisitados pelas empresas para as suas linhas de produção destacaram-se as borrachas, somando US$ 61,3 milhões, seguidas por compostos químicos (US$ 52,5 milhões) e materiais têxteis (US$ 26,6 milhões).
Por fim, a corrente de comércio, que une os fluxos de entrada e saída de mercadorias, alcançou a soma global de US$ 614,4 milhões na metade inicial do período anual, indicando uma evolução real de 20,8% comparado ao balanço consolidado em 2025.
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