A Polícia Civil e a Controladoria-Geral do Estado de São Paulo apuram fraudes no transporte de alunos com deficiência da rede estadual, o programa Ligado. A suspeita é de que empresas contratadas em Sumaré tenham usado documentos falsos para prestar o serviço, gerando um prejuízo estimado em R$ 590 mil aos cofres públicos. Na última quinta-feira (15), mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Campinas, Sumaré, São Paulo, municípios da Grande São Paulo e também em Goiás. A apuração teve início após denúncia da Secretaria Estadual da Educação, que identificou uma suposta atuação coordenada entre empresas privadas credenciadas para fraudar o edital e obter os contratos.
Polícia Civil apura transporte de estudantes em Sumaré