A Comissão de Educação da Câmara de Limeira cobrou explicações do Governo do Estado sobre o fechamento de salas de aula do Ensino Fundamental I e do Ensino Médio Noturno na rede estadual. Em ofício encaminhado à Diretoria de Ensino, os vereadores pedem a relação das turmas desativadas desde 2023, informações sobre lista de espera e a previsão de novos fechamentos. O tema também será debatido em audiência pública marcada para o dia 15 de julho, no Plenário da Câmara, com participação de representantes da Educação, sindicatos e autoridades convidadas. O encontro será aberto ao público. A comissão também quer saber quais escolas estaduais de Limeira ainda oferecem vagas nessas modalidades de ensino e reforçou o convite para que a Diretoria de Ensino participe do debate.
Câmara debate fechamento de salas da rede estadual em Limeira
Criadouros da dengue
Limeira vistoriou 1.250 imóveis durante mutirão de combate à dengue realizado nos bairros Jardim São Luiz, Jardim Anhanguera, Jardim Novo Horizonte e Jardim Residencial José Cortez. As equipes identificaram 276 possíveis criadouros do Aedes aegypti, sendo 151 com água e sete com larvas, além de orientar moradores sobre prevenção.
Infraestrutura elétrica
O vereador Estevão Nogueira pediu informações à Prefeitura de Limeira sobre a infraestrutura elétrica das escolas municipais para instalação de aparelhos de ar-condicionado. O parlamentar questiona se há diagnóstico das unidades, cronograma de adequações, previsão de investimentos e quantas escolas já possuem estrutura compatível.
Índices de criminalidade
São José dos Campos registrou nova queda nos índices de criminalidade, segundo a Secretaria da Segurança Pública do Estado. A Guarda Civil Municipal apreendeu 14,7 mil porções de drogas neste ano. A Prefeitura atribui os resultados às ações integradas do programa São José Unida e ao monitoramento do Centro de Segurança e Inteligência (CSI).
Cobrança da dívida ativa
A Câmara de Araraquara aprovou projeto da Prefeitura que atualiza as regras para cobrança da dívida ativa do município. A proposta prevê que débitos de pequeno valor não sejam cobrados judicialmente e adequa a legislação às diretrizes do CNJ, ao Código de Defesa do Contribuinte e a decisões do STF.
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