O ex-deputado federal Alexis Fonteyne (Novo-SP), campineiro e empresário, criticou o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, sobre a condução política do governo federal.
Segundo Guimarães, a execução de um ajuste fiscal está fora das prioridades governamentais para o restante de 2026. Ainda de acordo com o ministro, as prioridades da gestão petista são legitimadas pelos 64 milhões de votos obtidos por Lula (PT) no segundo turno das eleições.
Já Fonteyne declarou que "a eleição de Lula não é um cheque em branco, não é licença para avacalhar", acrescentando que a votação teve "inúmeras irregularidades" e que a vitória nas urnas não autoriza atos autoritários ou a perda de direitos fundamentais no país. "Nenhum mandato é licença para abuso de autoridade, normalização da corrupção, implementação da censura e perseguição política", acrescentou.
Fonteyne cobrou ainda atuação dos políticos e defendeu o cumprimento pleno das normas jurídicas nacionais. "Cabe a oposição fiscalizar que este governo não se exceda e ache que a vitória legitima qualquer coisa".
Alexis rebate ministro sobre ajuste fiscal e cobra respeito às leis
Lex omnibus una
Concluiu ressaltando a vigência das leis do país: "Ainda temos uma constituição, e o império da lei deve ser respeitado por todos".
Fonteyne disputou três eleições para deputado federal, sempre pelo Novo. Foi eleito em 2018 com 45.298 votos; em 2022, obteve 20.963 e ficou como suplente; este ano, obteve 12.627 e segue como suplente na Câmara Federal.
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