A unanimidade do STF ao rejeitar novo recurso da Prefeitura para manter 598 cargos comissionados até o fim do processo judicial confirma o que a população sabe há tempos: a máquina pública não pode servir ao apadrinhamento político. Além de contrariar a Constituição, a manutenção de postos sem atribuições compatíveis é moralmente indefensável.
Erga omnes
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