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Roberto Alves rebate acusações de Vini Oliveira sobre contas eleitorais

Roberto Alves rebate acusações de Vini Oliveira sobre contas eleitorais
Vereador Roberto Alves (Republicanos-SP) discursa em sessão do Legislativo campineiro Crédito: Câmara Municipal de Campinas

O vereador Roberto Alves (Republicanos-SP) rebateu as acusações feitas pelo ex-vereador Vini Oliveira (Cidadania-SP) a respeito da prestação de contas eleitorais. Alves classificou as postagens do ex-parlamentar nas redes sociais como distorcidas e oportunistas, afirmando que o objetivo de Vini era difamá-lo. 

Teor

O ponto central da contestação envolve R$ 11.195,20 citados por Vini como irregulares. Já Alves declarou desconhecer a origem do cálculo desse valor e disse que a questão trata de equívocos burocráticos na prestação de contas da campanha de 2022. Enfatizou que não houve qualquer ato de má-fé, desvio ou irregularidade intencional.

TRE‑SP

A avaliação de Alves foi respaldada pelo próprio relator do processo que tramitou no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). Ainda de acordo com Alves, a quitação está sendo feita por meio de um parcelamento autorizado pela própria Justiça, e a restituição aos cofres públicos cumpre os trâmites legais do tribunal.

Republicanos

A ofensiva do vereador cassado ainda ganhou novos ataques a Higor Diego, também do Republicanos. Resgatando episódios antigos, a metralhadora política do ex-parlamentar está em ritmo contra nomes da base governista local. Vini troxe à tona o episódio em que Higor conversa no viva-voz com o empresário ligado à Smile Transportes.

Tirando do baú

A gravação motivou um pedido de Comissão Processante no passado, rejeitado pelo plenário. Agora, o caso ressurge quando Higor desponta como aposta do Palácio dos Jequitibás e do Palácio dos Bandeirantes para deputado estadual. Tanto o prefeito Dário, quando o goverador Tarcísio, são do Republicanos.

Não quer cair sozinho

O objetivo do ex-parlamentar é expor o que ele considera um tratamento desigual por parte da Câmara. Argumenta que, se as ligações dele com a empresa de ônibus fundamentaram a perda de mandato, por quebra de decoro, a conduta análoga de um aliado do governo deveria ter sido a mesma.