CORREIO DE CAMPINAS

SUS municipal presta contas em audiência na Câmara de Campinas (SP)

SUS municipal presta contas em audiência na Câmara de Campinas (SP)
Balanço é apresentando à comissão do Legislativo Crédito: Câmara Municipal de Campinas

Uma audiência pública será realizada pela Câmara Municipal nesta quarta-feira (27) a partir das 9h30 para que o Serviço Único de Saúde (SUS) faça a prestação de contas do último quadrimestre. O relatório é feito por integrantes da Secretaria Municipal de Saúde, que é a gestora do SUS no município. Já a condução dos trabalhos cabe à Comissão Permanente de Política Social e Saúde da Câmara, órgão responsável pela fiscalização dos serviços médico-hospitalares, dos prontos-socorros e das verbas do setor na cidade. O presidente do colegiado é o vereador, médico e dentista Paulo Haddad (PSD-SP), que coordena a mesa de debates e a abertura para questionamentos.

Participação cidadã

A reunião é gratuita e aberta ao público, que pode acompanhá-la presencialmente no plenário (na Avenida Engenheiro Roberto Mange, 66, Ponte Preta). Já a transmissão será ao vivo pelo Facebook e pelo YouTube, com um link na página oficial do Legislativo para o envio de perguntas e sugestões online. Será transmitida em tempo real também pela TV Câmara.

Retirada do prazo da nova sede do Deinter‑2

Retirada do prazo da nova sede do Deinter‑2
Atual sede do Deinter-2, no Centro, em Campinas Crédito: Polícia Civil do Estado de São Paulo

A Câmara Municipal vota nesta quarta-feira (27) em definitivo o projeto de lei que retira o prazo de cinco anos para que o governo estadual construa a nova sede do Deinter 2 - departamento da Polícia Civil responsável por toda a região. O terreno foi doado pela Prefeitura, com a exigência de que o Palácio dos Bandeirantes executasse a obra na data acordada. Mas, o governo paulista não dispõe ainda nem do projeto, segundo a assessoria de Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) cuja bandeira é segurança pública.

Sem data

Então, ao invés de precisonar o governador, o prefeito Dário Saadi, também do Republicanos, enviou um pedido à Câmara para retirada do prazo. Isso porque, caso o governo estadual não cumpra o combinado, como ordena a lei vigente, o terreno volta a pertencer à prefeitura. Já Tarcísio 'justificou' o atraso culpando trãmites administrativos, que são obrigatórios.