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CORREIO DE CAMPINAS

Debora Palermo quer que Condepacc reveja decisão sobre bancas

Segundo a parlamentar, medida não representa organização, mas, sim, uma ação que pode apagar histórias e comprometer o sustento de dezenas de famílias

Debora Palermo quer que Condepacc reveja decisão sobre bancas
Vereadora Debora Palermo na tribuna durante sessão Crédito: Câmara Municipal de Campinas

A vereadora Débora Palermo (PL-SP) está indignada com a proposta do Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc) de remover 52 bancas da região central, enquanto outros aspectos da cidade estão à mingua. "Retirar as bancas do Centro não é organização. É apagar histórias e tirar o sustento de dezenas de famílias. E, enquanto isso, a ponte (do distrito) de Sousas segue sem a atenção desse mesmo conselho. Falta prioridade. Falta ação. O Condepacc precisa rever essa decisão com urgência pelo bem dos trabalhadores e do Centro de Campinas', declara a parlamentar.

Palermo quer que Condepacc II

Para a vereadora, é um disparidade que a ponte siga sem receber a devida atenção, mesmo diante de sucessivas demandas da comunidade e da própria parlamentar, enquanto os trabalhadores das bancas sofram o risco de ser desalojados e ficar sem o ganha-pão. Ainda segundo Palermo, a atual situação do Centro só não está pior justamente pela presença dos permissionários no local.

Carmo Luiz cobra passarela I

O vereador Carmo Luiz (Republicanos-SP) está intensificando a pressão sobre o Palácio dos Bandeirantes para garantir a construção de uma passarela na Rodovia Miguel Melhado Campos (SP-324). O parlamentar, que inclusive é do mesmo partido do governador Tarcísio, esteve no trecho do Cidade Singer e ressaltou que a inauguração da estrada, feita sem a devida segurança para pedestres, é inaceitável. Enfatiza que o risco de acidentes é constante e que o compromisso feito com a comunidade precisa ser agilizado.

Carmo Luiz cobra passarela II

"Não podemos aceitar que uma obra de tal magnitude tenha sido inaugurada sem garantir a travessia segura dos moradores. O risco de acidentes é constante, e a comunidade não pode mais esperar. O compromisso foi feito e agora precisa ser cumprido. A vida das pessoas não pode ser deixada para segundo plano", afirma o vereador.